quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

Se não fosse o vidro sujo...

Síndrome da abelha rainha

"Não acredito que sejam só os homens o travão para as mulheres chegarem às posições de poder. (...) O síndrome da abelha rainha é uma metáfora para dar a ideia que as mulheres não se ajudam muito umas às outras quando chegam a posições de poder e que tratam mais severamente os subordinados do que os homens, em particular se forem outras mulheres. Elas não cooperam tanto como os homens são capazes de cooperar, aliás, elas próprias se queixam disso."

Paulo FinurasProva Oral

Se puderem ouvir esta Prova Oral, aconselho aqui.

Conceito muito interessante!

B - C > 0

Aos benefícios que são obtidos em qualquer ação humana, retiramos os custos. No final, o resultado terá de ser maior do que zero!

Paulo FinurasProva Oral

Se queres ser eficaz...

pergunta à natureza como faz!

Paulo Finuras, Prova Oral

terça-feira, 20 de dezembro de 2016

Todas as manhãs a mesma vergonha!


Confirmo!!!

"As mulheres odeiam as mulheres. É nisto que acredito. A natureza das mulheres é a de não apoiar outras mulheres. É realmente triste. Os homens protegem-se entre eles e as mulheres protegem os seus homens e os filhos."

Madonna

sábado, 26 de novembro de 2016

Ok, mas eu gosto daqui...

Na Holanda vive-se sem necessidade de pedir favores, meter cunhas, pagar luvas (...) Portugal dói-me. Outras vezes, envergonha-me, enraivece-me, faz-me desesperar.

J. Rentes de Carvalho, Correio de Domingo

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

M.L.

Vi-te a nascer, a aparecer, do ventre materno,
Peguei em ti e logo senti um amor eterno.
Enchente os pulmões, bebeste sensações, seguiste em frente, 
Desde esse dia, senti que sentia, o coração quente.

Abriste os olhos, despertaste dos sonhos, encheste a sala,  

Como princesa, vesti-te na mesa, um traje de gala. 
És o meu mundo, o bem mais profundo, a jura cumprida,
Despertas nos teus, o azul dos céus, o sentido da vida. 

Já andas e falas, nunca te calas, estás sempre a cantar,
Tens uma aura, um "sei lá" que não fala, não sei explicar.
Quando me abraças, és o meu cinto das calças, és o meu analgésico,
Quando preciso, penso no teu sorriso, não preciso do médico.

O teu futuro, será sempre seguro, comigo por perto.
Sou um pai protector,  aliviarei qualquer dor, morrerei no deserto.
Peço ao destino, que me dê muito tino, para te proteger,
Estarei sempre aqui, velarei por ti, até adormecer.